O uso de PMMA para fins estéticos, como harmonização facial e aumento de glúteos, tem sido objeto de graves alertas de autoridades sanitárias e médicas no Brasil, devido ao alto risco de complicações severas e irreversíveis. Atualmente, como destaca o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Regional Goiás, Dr. Wernon de Freitas, a Anvisa autoriza o PMMA para procedimentos reparadores ou corretivos, como em casos de lipodistrofia em pacientes com HIV ou correção de deformidades anatômicas. Vigilância Sanitária interdita clínica de falsa biomédica em Goiânia Dona de clínica é indiciada por homicídio após influencer morrer depois de procedimento no bumbum STF concede prisão domiciliar para dona de clínica investigada por morte de influenciadora O cirurgião plástico ainda explica que o PMMA é um material não absorvível que, ao ser inserido no corpo de forma inadequada, pode gerar inflamações crônicas e a formação de nódulos que endurecem o tecido. Há casos relatados de necrose e embolias, que podem levar a deformações graves e até à morte.