O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU) diz que, sem estudos, é melhor que seja evitado o adensamento na região da Avenida Fued José Sebba, em Goiânia. O conselheiro Davi Finotti explica que, no caso da avenida, ela é composta por casas individuais e já concentra um quantitativo significativo de pessoas que se deslocam diariamente pelo trânsito, no dia a dia. A partir do momento em que ocorre o adensamento, afirma Davi Finotti, aumenta também o número de moradores na região, refletindo no crescimento de veículos e na maior circulação no espaço. Ele explica que, além da mobilidade, o adensamento pode gerar impactos ambientais. Para avaliar se é viável ou não adensar a área, seriam necessários estudos técnicos — que não foram realizados, segundo o conselheiro. Ele diz que o Conselho pontua a necessidade de desenvolver estudos técnicos para compreender a capacidade da região, avaliando se ela tem condições de receber adensamento e quais seriam os impactos nas áreas de mobilidade, meio ambiente e arquitetura, pilares fundamentais para a construção de uma cidade sustentável.